Por que eu queria ser apenas a sua Juliana e amenizar seus medos como sempre amenizou os meus.
FELIZ ANIVERSÁRIO, meu primeiro e eterno amor!
O Dia a dia, as aventuras, desventuras e pirações de uma mulher de trinta e tantos, Viciada em nicotina e Coca Cola, Mãe de três, Humana do Billy hoje vive no céu dos cachorrinhos, filha, esposa, amiga, inimiga, humana do Zé.... Ou apenas mais uma pessoa normal que nunca abre mão de TER OPÇÃO
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domingo, 4 de novembro de 2012
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Minha Infância
Atendendo a convocação da Ingrid Strelow do Blog Desconstruindo a Mãe, hoje parei para lembrar com carinho da minha Infância.
Fui criança nos anos 70 inicio dos 80... e por mais que eu tenha lembranças maravilhosas da minha infância duas me perseguem e me mostram até hoje que desde sempre fui esta criatura meiga e briguenta que sou até hoje.
A primeira estou de cavalinho nos ombros do meu pai, tinha acabado de assistir Pluft o fantasminha e tomava uma garrafa de BIDU, o precursor da Fanta uva. É até hoje é nítida a sensação de segurança e poder que aqueles ombros me transmitiam.
A outra tinha acabado de aprender a andar de bicicleta há pouco, era uma fedelha de quase 7 anos, mamãe estava chegando em casa do trabalho e me pega pulando a casa de um vizinh o que era no mínimo o triplo do meu tamanho. Ao ser questionada sobre o que eu estava fazendo de pronto foi surpreendida com minha resposta: nada não mãe, só vou ali quebrar a cara deste moleque FDP que acabou de xingar você. Não dei tempo nem de ela poder responder, entrei lá enchi a cara do moleque de sopapos levei meu quinhão de mordidas e saí de lá com a alma leve e o coração em paz.
Assim foi a minha infância sempre encontrando aconchego nos braços dos meus pais, você para curar um machucado e não foram poucos, só para exemplificar meu pai era diretor administrativo do maior hospital de Brasília e chegou a um ponto que no PS ele era só o Pai da Beta e não o DR.Berrondo e não foram poucas as vezes que mamãe largou a sala de aula para ir socorrer a filha que tinha quebrado o cotovelo, cortado a cabeça, caído de Bicicleta ou de cima de uma arvore de cabeça no chão. Ou aconchego para espantar o monstro do escuro, preparar o remédio milagroso de agua com açúcar que curava todos os meus medos, ou simplesmente ficar abraçados quando o bicho pegava feio...
Minha infância teve arvore, bicicleta, bet, voley na rua, pique pega , pique esconde e pique bandeira, quase nenhuma TV mas muito mingau de farinha láctea, macarrão ao alho e óleo preparado por papai aos domingos acompanhado da melhor limonada suíça do mundo. E especialmente muito amor, carinho e proteção.
E hoje como mãe, espero chegar ao menos aos pés do que foram os meu Pais: Carlos Berrondo e Antonieta Berrondo. Literalmente tudo que sou devo e agradeço a vocês
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